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Formação de Equipes Equipe 5 – Startup Way Internacional

Formação de Equipes
Equipe 5 – Startup Way Internacional

O processo de formação de uma equipe se baseia principalmente na diversidade. Uma equipe diversa, ou seja, com o máximo de diferentes personalidades tende a obter mais sucesso. Isso se deve ao fato de que os pensamentos são mais divergentes, logo, a chance de abordar vários aspectos sobre cada decisão é maior. Nossa abordagem será:

  • A experiência da nossa equipe no evento;
  • Como ela pode se aplicar em outros contextos.

Experiência da Equipe

Tudo começou no dia 11 de Janeiro, dia da abertura do evento Startup Way Internacional. Nesse dia nos foi solicitado que formássemos equipes com 5 integrantes. A procura pelas equipes começou. Algumas já entraram no evento formadas e outras foram se conhecendo e encaixando de acordo com os perfis das 16personalidades. A história da nossa foi um pouco diferente.

No 1º dia conseguimos formar uma equipe. Reunimos 4 integrantes que estavam sem grupo em uma equipe. Os coordenadores do evento pediram que fôssemos interagindo no grupo, postando os perfis das 16personalidades e falando um pouco sobre nós. No final do 1º dia tínhamos: 1 estudante do ensino médio, 1 graduando em medicina, 1 graduanda em engenharia e 1 administrador. A equipe que parecia diversa enfrentava alguns problemas com a interação no grupo. Apenas 2 integrantes respondiam. Os outros, demoravam às vezes 48 horas ou mais para conversar. Ao início do 2º dia, conseguimos +1 integrantes para fechar os 5: uma geógrafa, mestranda em meio ambiente e gestora. Com a conclusão do 5 integrantes dividimos os papéis entre CEO, CTO, CBO, CFO e CDO.

Com o decorrer do 2º e 3º dia, os dois integrantes que não interagiam precisavam ser pressionados para avaliar se iriam ou não permanecer no grupo. Por uma conversa no chat privado, 1 deles disse que se comprometeria e o outro disse que não conseguiria tempo e por isso estava desistindo. Embora um tenha comprometido, infelizmente o comprometimento foi apenas intencional. Ele passou +36 horas sem responder e decidimos por demiti-lo.

Com a saída de 2 integrantes, começamos a buscar outros para preencherem as vagas. Para nossa surpresa, haviam 2 graduandos em enfermagem que precisavam entrar em uma equipe. Nosso time estava formado! A interação inicial com o grupo foi ótima, todos se comunicavam, falavam sobre si. Essa comunicação em fácil acesso contribuiu para o engajamento de toda a equipe. Os perfis são: arquiteto, logístico, defensor e executivo.

Tivemos uma experiência que nos acrescentou muito nesse dia que escrevo o texto, dia 20 de Janeiro de 2021. Nesse dia tínhamos várias entregas para serem realizadas, pois, no dia seguinte seria a apresentação do pitch. Dois integrantes do nosso grupo ficaram indisponíveis. Um por motivos profissionais e outro por motivos de saúde. Essa ausência deles expôs a importância que cada pessoa possui na equipe e a valorização das habilidades deles. Ao passo que, com 2 integrantes a menos, o restante do time teve que cumprir cargos que suas habilidades não eram compatíveis. Esse exercício foi ótimo para treinarmos habilidades extras!

Com a equipe montada e empenhada, o trabalho fica mais leve. Todos participam e nos interagimos muito bem! É um imenso prazer fazer parte dessa equipe.

O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos.” Michael Jordan

Como essa experiência se aplica em outros contextos

Um grande ensinamento que essa experiência de formação em equipe trouxe é o autoconhecimento. Lamentavelmente, no nosso dia a dia perdemos tempo com redes sociais, celular e outras atividades que ocupam nosso tempo e não paramos para pensar em nós mesmos. Quais são nossas habilidades, dificuldades, onde podemos aprimorar e quem somos? O pontapé inicial para o autoconhecimento veio por meio das 16personalities, uma ferramenta virtual onde são realizadas várias perguntas para encaixar os participantes em 1 das 16 personalidades que existem. O aprofundamento em nossos pontos fortes e fracos, associados à formação de equipes, trouxe um exercício de nos forçar a encaixarmos diferentes personalidades e diferentes visões dentro de um mesmo problema.

O povo judeu acredita que todas as pessoas possuem uma faísca divina dentro delas. Essa faísca divina, como o nome sugere, são um fragmento de O fogo que é Deus. Uma vez que se entende essa conotação de unicidade, a formação de equipes se torna uma atividade agradável. É necessário compreender que todo o grupo é da mesma origem e, por isso, é comum a todos integrantes: falhar, acertar, esquecer e desanimar às vezes. Com isso bem estabelecido, a interação e a comunicação entre o grupo fica mais fluida.

Acreditamos que essa experiência foi muito boa para treinar nossas habilidades. Ela exigiu ações como: empatia, paciência e tomada de decisões.

Mesmo que, por exemplo, não seja da nossa personalidade sermos decididos, ou saber gerir equipes, foi necessário executar ações nesse aspecto em alguns momentos. Maquiavel em seu livro “O Príncipe” afirma algo parecido com isso. Ele diz que um rei deve se preparar para o seu reinado da melhor forma que a ele estiver disponível, porém, também deve se preparar para o imprevisível. Mesmo que ele conheça toda a base teórica para governar, haverá situações que ele precisará fugir do que está habituado ou do que tem domínio para decidir. São nessas situações que o aprendizado é maior e que realmente se avalia a qualidade de um rei ou de uma equipe. E isso nós temos treinado durante o processo.

É um imenso prazer ser parte dessa equipe. Cada dia aprendemos mais e podemos ensinar algumas coisas. Os coordenadores do curso e os mentores nos auxiliam muito e não nos desampararam em nenhum momento durante esses desafios. Gostaríamos de agradecer pela oportunidade ao SEBRAE e aos patrocinadores por nos proporcionarmos um evento dessa complexidade a um custo zero. Os ensinamentos aqui passados não tem preço! Muito obrigado! 

 

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